O ser humano está morto?

Imagem realista que simboliza a reflexão filosófica do artigo “o ser humano está morto?”. Um homem está deitado sobre uma mesa metálica, coberto por um lençol branco, enquanto um robô humanoide observa seu rosto. A cena sugere uma inversão simbólica entre humanidade e tecnologia. A composição visual provoca a pergunta central do texto: se o ser humano está perdendo sua essência e sendo substituído por uma lógica de posse, aparência e consumo. A imagem representa a ideia de que o “ter humano” vem ocupando o lugar do “ser humano”, quando a identidade passa a ser definida mais pelo que se possui do que pelo que se é.

Nunca tivemos tanto acesso. Nunca tivemos tantas possibilidades. Nunca tivemos tantas vitrines. E curiosamente nunca pareceu tão difícil simplesmente ser.

É cilada, bino

As distrações mais perigosas não roubam seu foco, roubam sua direção

As distrações mais perigosas não roubam seu foco, roubam sua direção